São Paulo rachado



O Tricolor está dividido e a diretoria pressionada por um grupo de conselheiros no Morumbi, grupo que vê o clube refém de Edgardo Bauza.

Mesmo integrantes do corpo diretivo do São Paulo acham que o departamento de futebol tem errado feio ao dizer amém a tudo o que pede e fala o técnico argentino.

Pressionam a presidência para que exija uma definição do treinador, que sonha em deixar o Brasil para treinar a Argentina, e insista para ele parar de pressionar o São Paulo a contratar atletas estrangeiros mandando recados pela imprensa de seu país.

A última aquisição do Tricolor foi o lateral-direito Buffarini, do San Lorenzo, exigência de Bauza.

O receio é que, caso o técnico realmente saia, os jogadores argentinos tenham vida curta no clube. E, mesmo que continue, a preocupação é grande, já que o time não vem rendendo em campo.

Bauza está longe de ser a unanimidade que alguns tentam apregoar. Seu trabalho tem sido questionado no Morumbi, seja pelo fracasso no Estadual, seja pelos erros nas substituições do treinador, que levaram a equipe a perder em casa para o Atlético Nacional, da Colômbia, a vaga na final da Libertadores, e à nova derrota no Brasileirão, agora diante do Grêmio.

Diretor executivo de futebol, Gustavo Vieira de Oliveira também tem sido bombardeado por um grupo de conselheiros, irritados com a fraca campanha do time no Brasileiro, mas por enquanto segue com a confiança da presidência. Que também apoia Bauza e diz que fará o possível para ele continuar em SP. Até quando, porém, não se sabe.



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