Pato disse não



Causou muita polêmica o fato de Cristóvão Borges ter sinalizado que Alexandre Pato jogaria sábado, diante do Figueirense, e depois ter descartado o jogador até no banco de reservas.

No último dia 15, o técnico dizia que o atacante não teria condições de enfrentar o São Paulo, mas que estaria pronto para pegar a equipe catarinense. O discurso foi mantido até quarta à noite, quando o jogador avisou que não jogaria e sequer ficaria no banco.

O receio de Pato é que fosse cobrado pela torcida, que não o perdoa por um pênalti bisonho perdido em 2013 diante do Grêmio, e principalmente hostilizado por conta de seus vencimentos, na casa dos R$ 800 mil mensais.

Ele disse que preferiria estrear fora de casa, sem tanta pressão, e que, se ficasse no banco diante do Figueirense, poderia ser alvo de palavrões, objetos e insultos, o que não seria bom para ninguém.

Já parte da diretoria corintiana estava inconformada com a possibilidade de ver o atleta novamente com a camisa do clube e também pressionou a presidência para que tentasse uma última vez se livrar de Pato, que teria recebido sondagem do futebol espanhol e novamente do chinês, embora para a Ásia ele diga que não vai de jeito nenhum.

Vale lembrar que Pato passou um semestre no Chelsea, da Inglaterra, praticamente de férias, está inativo há quase dois meses e voltou a treinar há pouco mais de duas semanas…

Um abacaxi para o Corinthians, já que a própria direção diz que ele foi um péssimo negócio para o clube. E pelo jeito foi mesmo.



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