Lusa-Audax



A Portuguesa sinalizou para o Audax que quer contar com seus jogadores (ou pelo menos aqueles que não forem negociados para outros clubes ao final do Paulista) na Série C do Brasileirão. O Audax, em tese, disputa a Série D.

A ideia é que não só os atletas mas também a comissão técnica do time de Osasco trabalhem para a Lusa, que passaria a usar o nome fantasia de Lusa-Audax.

Mario Teixeira, investidor da equipe finalista do Paulistão e ex-executivo do Bradesco, assumiria os gastos do departamento de futebol da Portuguesa, mas o passivo trabalhista seria negociado com uma construtora, que ficaria com a administração do Canindé.

O problema, no entanto, é que essa proposta já fora apresentada ao investidor há dois anos, o dirigente demonstrou forte interesse na ocasião, mas os dirigentes da Lusa ficaram divididos sobre o acordo e acabaram recuando, afirmando que a Lusa era maior que o Audax para acoplar ao seu nome o de outra agremiação.

Em situação falimentar, o clube voltou a procurar Teixeira, mas agora talvez seja tarde e ele acabe fechando com alguma equipe que dispute a Série B e não a C do Brasileiro. Uma pena para a Portuguesa, que deveria ter feito acordo com o pessoal de Osasco há dois anos. E naquela oportunidade deixou o bonde escapar.

Além do Audax, Teixeira administra outros dois times de Osasco. E teve o mérito de colocar a cidade na final do Paulista. Teria feito toda a diferença para a Portuguesa em 2014. Mas há dirigente da Lusa que ainda sonha com um acordo dois anos depois. E torcedores também.



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