#ocupaCOB



Para 2016 um grupo de ex-atletas mas também de atletas ainda em atividade quer fazer barulho em relação à forma como o esporte olímpico no Brasil é administrado.

Aproveitando-se dos Jogos no Rio a ideia é protestar e mudar a estrutura de funcionamento do COB, assim como artistas, ex-jogadores, jornalistas, torcedores e outros mais têm feito em relação à CBF.

Liderados por Ana Moser, que há tempos luta para limitar o mandato dos dirigentes esportivos, Raí, Magic Paula, Tiago Splitter, Fernando Meligeni e outros mais a ideia é lutar por um novo COB, assim como se briga por uma nova CBF.

Barreiras para que gente de fora se candidate e assuma seja a CBF seja o COB são combatidas pelo grupo, que acha que tanto uma quanto outro não podem ficar nas mãos de um mesmo grupo há anos e anos e anos.

Carlos Arthur Nuzman, por exemplo, está indo para sua terceira década como presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, assim como Ricardo Teixeira ficou mais de 22 anos na confederação de futebol.

A CBF, apesar de administrar um patrimônio público, ainda se diz entidade privada, mas o COB vive às custas de recursos e benefícios públicos, inclusive das loterias.

Chegou a hora de os esportistas se mexerem. Que seja em 2016, com a Olimpíada no segundo semestre no Rio e o mundo todo de olho na gente. Que se mexam muito e ponham a boca no trombone, afinal muito dinheiro se perde em burocracia e nos cargos administrativos e mal chega aos atletas, razão de ser do esporte.

Desde já boas festas e um feliz 2016 a vocês, volto a postar em 4 de janeiro, quando já estaremos no ano olímpico, mas sigo publicando minha coluna todas as terças, inclusive nas duas próximas, no diário LANCE!. Uma boa virada pra todos, com muita paz no coração, João Carlos



  • SrBlack

    o atletas são desunidos e só pensam em si mesmos sendo q dificilmente vão ter força ou coragem para mudar as coisas.
    feliz natal e boas festas.
    abrçs

    • janca

      Espero que sua virada de ano tenha sido boa. Sobre os atletas, concordo. É uma característica dos atletas brasileiros. A passividade fora dos campos e ginásios. Uma pena. Abraço.

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