Cerco a Del Nero



A Justiça brasileira e a norte-americana estão acertando detalhes para a colaboração entre elas a respeito das informações e provas até agora colhidas nas investigações que envolvem a cúpula do futebol brasileiro.

Semana passada foram indiciados 16 dirigentes da América Latina, entre os quais Marco Polo Del Nero, que se licenciou da presidência da CBF na última quinta, e Ricardo Teixeira, que comandou a entidade de 1989 a 2012. Antes deles José Maria Marin, então vice mais velho de Del Nero e presidente da confederação de 2012 a 2015, fora preso na Suíça. Hoje está em prisão domiciliar nos Estados Unidos.

Del Nero, investigado por uma CPI do Futebol no Congresso, foi indiciado pelo Departamento de Justiça dos EUA acusado de extorsão, fraude e lavagem de dinheiro, além de recebimento de propina.

Teixeira é suspeito não só de ter recebido propina, mas também de ter imposto a escalação de determinados jogadores na Seleção Brasileira em troca de muitos trocados.

Os dois não correm o risco de serem extraditados para os EUA porque a Constituição brasileira, segundo juristas consultados por este blog, não permite. Ou seja, se as investigações não continuarem pelas bandas de cá podem ficar livres, leves e soltos.



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