O lugar de Ceni



Se antes do jogo contra o Corinthians Denis era elogiado por comentaristas, conselheiros e torcedores do São Paulo, bastou terminar a partida e os 6 a 1 para o Timão, que viveu seu dia de Alemanha, para o goleiro ser contestado.

Apesar de manter o discurso oficial de que Denis é o nome certo para ocupar o lugar de Rogério Ceni no ano que vem, a diretoria já começa a se mexer para pensar em outra opção para a posição. Um grupo de conselheiros e de membros da direção considera o atleta fraco para defender o Tricolor, ainda mais se o time chegar à Libertadores.

Além das críticas a Denis, a cúpula são-paulina e boa parte dos conselheiros seguem indignadas com a postura dos jogadores e da comissão técnica. Avaliam que o grupo não teve raça e entregou o jogo para os reservas corintianos. Que, com muita qualidade, deram um baile em Itaquera. Venceram por seis e, se tivessem forçado um pouquinho mais, poderiam ter marcado sete ou oito. Porque a defesa são-paulina é um queijo suíço. Há tempos. Bem fez Juan Carlos Osorio que pegou o boné e foi trabalhar no México.



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