Crise são-paulina



A queda de Doriva já era previsível, embora muitos esperassem, eu inclusive, que ele ficaria no cargo até o início do mês que vem, mas não em 2016.

O clima no Morumbi é dos piores, ainda mais com o anúncio da segunda queda do CEO Alexandre Bourgeois, que já havia sido demitido por Carlos Miguel Aidar e voltara ao posto com a chegada de Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, à presidência.

Abílio Diniz, que indicara Bourgeois, anda muito irritado com a situação do São Paulo, que vive uma crise após a outra. Não vê perspectivas de melhora até 2017 e já entrou em rota de colisão com Leco, como também entrara com Aidar.

O empresário, visto por muitos conselheiros como a salvação para o Tricolor, tem evitado colocar dinheiro no clube, cujos cofres andam vazios, vazios, vazios…

E tem reclamado de amadorismo na gestão são-paulina, algo que não é de hoje. Para um time que já foi referência em administração muito triste o que está acontecendo. Ou muito bom para as torcidas rivais, que vivem se divertindo às custas das trapalhadas no Morumbi.



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