Marcelo Oliveira em xeque



A decisão de Marcelo Oliveira de escalar força mínima para pegar o Sport, sábado à noite no Pacaembu, continua gerando muita controvérsia pelos lados do Palestra. Parte da diretoria e da torcida segue revoltada com o treinador, que, pelo jeito, deixou mesmo de lado o Brasileirão para jogar todas as fichas na Copa do Brasil.

A opção do técnico foi, a meu ver, equivocada, ainda mais porque o Santos havia empatado com o Figueirense, em Florianópolis, e uma vitória do Palmeiras diante dos pernambucanos deixaria o Verdão firme na luta pelo G4. Não havia motivos para poupar tantos titulares, apenas os que dissessem estar realmente fatigados.

O Santos, que também está na semifinal da Copa do Brasil, levou seu elenco principal para Santa Catarina, Lucas Lima começou jogando, Ricardo Oliveira iniciou no banco, mas entrou na fase final.

Oliveira também tem sido criticado por suas declarações de que o Verdão não tem padrão de jogo. Não faltam conselheiros questionando seu trabalho e dizendo que cabia a ele dar esse padrão. E que não é poupando titulares e cada vez escalando um time que ele irá alcança-lo.

Dá pra ir à final da Copa do Brasil e ganhar o título do torneio e uma vaga na Libertadores? Claro que dá, ainda mais porque no jogo de ida, contra o Fluminense, o Palmeiras marcou um golzinho fora de casa e, apesar da derrota por 2 a 1, um simples 1 a 0 em seus domínios amanhã assegura a classificação.

A questão é que dava pra ficar no G4 do Brasileirão e ainda dá, mas não atuando com time misto como fez Oliveira no sábado. E se por ventura o time não passar pelos cariocas na Copa do Brasil vem chumbo grosso aí contra o treinador, que está cansado de ser chamado de burro pela torcida palmeirense.



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