Seleção ainda frágil



Apesar da primeira vitória nas eliminatórias para a Copa da Rússia, o Brasil segue mostrando falhas.

Dunga ainda não encontrou um goleiro para o time, mas acertou ao sacar Jefferson, que vinha se mostrando muito inseguro.

A defesa, que contou com Filipe Luís, teve várias falhas e se pegasse um ataque um pouco mais forte do que o da Venezuela poderia ter sido vazada mais de uma vez.

Willian foi o destaque do jogo e vem se firmando bem na equipe, enquanto Oscar mais uma vez não foi bem e Ricardo Oliveira, pelo contrário, deu outra mobilidade ao ataque.

Mesmo com os 3 a 1 e o olé no final, o Brasil, jogando assim, terá dificuldades nos próximos jogos. Inclusive porque não tem esquema tático, como costumo dizer, nem esboço de.

E é bem provável que contra a Argentina, fora de casa, volte a atuar com medo, como no segundo tempo contra os chilenos, recuado, tentando segurar o empate. E aí uma hora a casa cai.



  • Matheus Francisco

    Boa tarde,
    Janca,
    Concordo quando você diz que o Brasil não tem um esquema tático definido, e consequentemente não tem uma variação tática. Isso se nota quando a seleção atua sem o Neymar.

    Mas o meu maior receio com relação a seleção é a falta de talentos individuais. Fora o Neymar, o Brasil é um poço de pragmatismo. Um time que não empolga o torcedor, e nem se mostra competitivo. Até mesmo o Lucas Moura, que, quando atuava no Brasil demonstrava habilidade, hoje se tornou um jogador burocrático e sem brilho.

    Infelizmente, essa geração, somada ao que vemos de corrupção na CBF, estão fazendo da seleção brasileira um negócio que não interessa, sem brilho.

    • João Carlos Assumpção

      Está um negócio sem brilho, sim. E a Seleção cada vez mais distante do torcedor brasileiro, Matheus.

  • Fabrício Ernâni da silva

    A COVOCAÇAO DA SELEÇÃO brasileira jogadores do barileiro

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