Impeachment de Aidar



A oposição são-paulina, que aumentou muito depois que Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro quase saíram na mão, prepara um dossiê contra o presidente para pedir seu afastamento do Tricolor.

O material já teria mais de cem páginas, trazendo, inclusive, uma série de denúncias contra o dirigente, além de trapalhadas cometidas pelo próprio enquanto mandatário do clube paulista.

Mas o clima belicoso não atingiu “apenas” a presidência e o departamento de futebol, que perdeu Gil Guerreiro. Conselheiros quase foram às vias de fato também em duas reuniões recentes.

Juan Carlos Osorio, que comandou bem o Tricolor, deixou o clube para defender a seleção mexicana e nem citou Aidar na despedida.

Os filhos do colombiano, que estudavam em colégio bilíngue em São Paulo, diziam a colegas estarem bem adaptados ao Brasil e que gostariam de permanecer por aqui. Mas com Aidar não foi possível.

Muito amigo de Milton Cruz, Osorio teria, inclusive, sugerido que ele saísse do São Paulo ou procurasse guarida na oposição, já que trabalhar com Aidar considera inviável. Aconselhou também seu ex-auxiliar-técnico a se aproximar de Rogério Ceni, que está para se aposentar e é um nome respeitado pela torcida são-paulina, capaz de bater de frente com o presidente.

Enquanto isso nos bastidores a luta contra Aidar continua e a oposição começa a mobilizar uma ampla frente para afasta-lo do comando do clube. Se vai dar em impeachment ou não, não sei, mas que o clima é de guerra pros lados do Morumbi, é.

Pra quem dizia que o São Paulo era o clube dos cardeais… Quem te viu quem te vê… A coisa vai de mal a pior.



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