O novo Morumbi



Sem recursos em caixa e com sérios problemas financeiros, além da divisão interna no Tricolor, a diretoria do São Paulo teme não conseguir tirar do papel o projeto para reformar o Morumbi.

Um dos entraves é o custo, que ultrapassa a casa dos R$ 400 milhões.

A dificuldade para encontrar investidores, em tempos de crise econômica no Brasil e retração no PIB, é enorme.

Carlos Miguel Aidar também encontra problemas com a oposição, que quer que os contratos a serem feitos para modernizar o estádio, fiquem bem claros, inclusive as operações financeiras para cobrir os custos, assim como o tempo de duração da obra, que pode chegar a 30 meses. Ou mais.

Segundo o presidente do São Paulo, o estádio ficaria fechado por 8 meses se não houver atrasos, mas a entrega do novo Morumbi seria apenas depois de 2 anos e meio ou três após o início dos trabalhos.

Há três projetos nas mãos da direção do clube paulista, mas um quarto, sob a batuta do arquiteto Edo Rocha, o mesmo que projetou o Allianz Parque, está a caminho.



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