Aidar em xeque



Enquanto muitos discutem õ trabalho de Juan Carlos Osorio no Tricolor, a oposição são-paulina, especialmente o grupo ligado ao ex-presidente Juvenal Juvêncio, exige uma auditoria nas contas do clube.

O São Paulo tem atrasado pagamento de salários e direitos de imagem sistematicamente e colocado jogadores à venda, desfazendo-se do elenco, devido a problemas de caixa.

O presidente Carlos Miguel Aidar, cuja administração tem sido colocada em xeque, atribui as dívidas e os problemas financeiros à gestão passada, que o apoiou em sua eleição, diga-se de passagem. Assim como o próprio Aidar apoiara Juvenal, que agora responsabiliza pelo descalabro financeiro, tendo defendedido inclusive um terceiro mandato para seu antecessor.

Assim que assumiu Aidar contratou uma empresa de consultoria para melhorar a gestão do clube, especialmente nos setores financeiro, de marketing e do futebol. E culpou Juvenal pelas dívidas, inclusive bancárias, das quais disse não ter tido conhecimento antes de assumir.

O grupo de Juvenal, no entanto, responsabiliza Aidar pela situação caótica que vive o Tricolor, dizendo que ele aumentou o rombo, não fez nada em relação ao marketing, não consegue vender patrocínio, tem mexido errado no elenco e na própria comissão técnica e trabalha mal a base, uma das discordâncias com seu antecessor. Quer uma auditoria nas contas que diz não serem transparentes. Além de saber, claro, o tamanho do buraco.

Para um clube que já foi tido como exemplo é uma situação complicadíssima. Hoje está atrás de muitos outros, caso de Corinthians e Palmeiras, que têm, inclusive, arenas modernas e melhores que a do Tricolor, que até agora não conseguiu reforma-la como queria. Enfim, quem te viu, quem te vê.



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