A viagem de Del Nero



Marco Polo Del Nero sinaliza que pode ir aos Estados Unidos acompanhar a Seleção nos amistosos de setembro, contra Costa Rica e a esquadra norte-americana.

Diz não temer as investigações do FBI que levaram seu então vice mais velho, José Maria Marin, à prisão na Suíça em fins de maio.

De lá pra cá o presidente da CBF voltou de Zurique às pressas ao Brasil e não votou na eleição presidencial da Fifa. Não foi à Copa América, no Chile, e tampouco à reunião extraordinária da mesma Fifa, na Suíça.

Se ficar no Brasil, no entanto, já tem desculpa pronta no colete. A primeira é a CPI do Futebol, comandada por Romário, a segunda é uma agenda positiva que a confederação pretende adotar para o esporte no Brasil.

Quer colaborar com o Fórum Legislativo do Futebol, em 24 de novembro, com propostas para mudar o calendário do futebol nacional, tratar de questões de segurança nos estádios e discutir as dívidas dos clubes, com foco na legislação trabalhista, tributária e previdenciária.

Tem dito, enfim, que há muito o que fazer no Brasil. E sua presença, portanto, seria mais importante por aqui, apesar de o fórum ser apenas em novembro, do que com o grupo nos Estados Unidos. Desculpa para ficar, enfim, mesmo tendo sinalizado que viaja, o dirigente já tem.



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