A liberação de Luciano



O Corinthians quer que o atacante Luciano, um dos principais responsáveis pela boa campanha na reta final do Brasileirão, seja liberado do amistoso da Seleção olímpica contra a França, marcado para 8 de setembro.

Devido à partida, o jogador, que substitui Wagner Love no ataque do Timão, pode perder três jogos no Nacional. O primeiro contra o Fluminense, dia 2, o segundo o clássico contra o Verdão, dia 6, e o terceiro contra o Grêmio, que também não terá Luan, dia 9.

A direção corintiana acha um absurdo, por conta de um jogo amistoso, ficar sem um de seus principais jogadores num momento tão importante da competição.

Mas a CBF não quer fazer exceção, com medo de abrir um precedente perigoso.

E Tite quer conversar antes com Luciano, que tem receio de ficar de fora do jogo da Seleção e com isso perder espaço na equipe canarinho que ano que vem disputa o inédito ouro Olímpico no Rio.

O imbróglio só mostra que o calendário brasileiro continua uma bagunça só, que a CBF segue desorganizada pacas e que os clubes têm pouco poder, inclusive porque foram eles, junto com as federações estaduais, que elegeram o atual presidente da confederação, Marco Polo Del Nero. Elegeram também José Maria Marin como seu vice mais velho, mas o último está preso em Zurique desde fins de maio, acusado de corrupção após investigação do FBI.



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