Marin e a CPI



A CPI do Futebol insiste em ouvir José Maria Marin e J. Hawilla, mandando uma força-tarefa para a Suíça e outra para os Estados Unidos, mas a defesa e familiares dos dois dizem ser inviável a iniciativa.

Afirmam que Marin, preso na Suíça desde maio, não irá prestar depoimentos à comissão, tampouco Hawilla, que não pode deixar os Estados Unidos.

Romário (PSB-RJ), que comanda os trabalhos da CPI, acha fundamental escutar o que a dupla tem a falar.

Hawilla colaborou com a Justiça norte-americana e devolveu mais de R$ 300 milhões ao Fisco dos Estados Unidos, a fim de não ser preso e foi o principal aliado da CBF no campo do marketing esportivo e responsável pelo acordo da entidade com a Nike.

Já Marin presidiu não só a confederação, mas também o Comitê Organizador Local da Copa-2014, além de ter sido eleito vice mais velho na chapa de Marco Polo Del Nero, que tomou posse em abril.

Além da dupla Romário faz questão de chamar Ricardo Teixeira, que presidiu a CBF por mais de duas décadas e só saiu do cargo e do futebol após uma série de denúncias de corrupção. O ex-dirigente, que se desfaz de negócios e propriedade nos Estados Unidos, vive hoje entre o Rio de Janeiro e o Uruguai.

Del Nero, atual presidente da CBF e que tem evitado sair do Brasil, é outro que será convocado.



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