Pressão por Tite



Marco Polo Del Nero resolveu ficar no Brasil e evitar reunião da Fifa, na Suíça, argumentando que tem de defender os interesses da CBF e dos clubes em relação à MP que refinancia as dívidas dos clubes. No Congresso, porém, a entidade tem ouvido muitas críticas ao trabalho de Dunga, o que já era esperado, aliás.

Dunga, que saiu execrado em 2010, voltou de surpresa depois do fiasco no Mundial do ano passado e logo na primeira competição oficial de que participou viu o Brasil sequer chegar entre os quatro primeiros da Copa América, com atuações pavorosas.

A pressão é pela entrada de Tite, que, depois da eliminação da Libertadores e mesmo sem dinheiro, conseguiu acertar o Corinthians em várias jogos, como sábado, diante do Atlético-MG.

A defesa se saiu muitíssimo bem contra os mineiros, inclusive o goleiro Walter, e a postura dos laterais é de chamar a atenção. No ataque o time apresentou melhoras em relação ao que vinha apresentando e, num campeonato em que as oscilações são frequentes, o Timão voltou ao G4, pelo menos provisoriamente.

Muitos parlamentares acham que Dunga não pode dirigir o Brasil na Copa e a chamada bancada da bola quer um fato novo. Que não seria necessariamente Tite, apesar de muitos elogiarem até não parar mais o técnico corintiano. Poderia ser Marcelo Oliveira, queridinho de alguns que apoiam os interesses da CBF e dos clubes e têm ojeriza ao trabalho de Dunga.



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