Um ano depois



Passado um ano da pior derrota da história da Seleção Brasileira, o então presidente da CBF está preso, aquele que era seu vice mais velho segue no poder, Luiz Felipe Scolari foi para o futebol asiático, Carlos Alberto Parreira continua achando que descobriu a pólvora e o futebol nacional vai de mal a pior.

Tivemos um ano perdido, com a Seleção principal nas mãos de Gilmar Rinaldi, conhecido por ter empresariado uma série de jogadores, e Dunga, de volta ao comando do time depois de praticamente nada ter feito de 2010 a 2014.

O Brasileirão pra variar repleto de jogos ruins tem, agora, como um dos destaques o Grêmio. Nas mãos de Roger Machado, que ao assumir o lugar de Felipão deu outra cara ao time. Apresenta um futebol compacto, de muita marcação, inclusive da saída de jogo do adversário, e troca de bola, finalizando muitas vezes a gol.

De resto tivemos a Copa América e mais um fiasco, eliminados que fomos pelo Paraguai, que depois levaria de seis da Argentina, e fora de campo mudança nenhuma. A estrutura continua a mesma, a base largada, os clubes desunidos, a CBF nas mãos do mesmo grupo de antes e o Bom Senso sem a força dos primeiros momentos que teve em 2013. Um retrato triste que precisa mudar. Mas quando?



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