A ira de Marin



A família de José Maria Marin está irritadíssima com Marco Polo Del Nero e reclama que o atual presidente da CBF abandonou seu parceiro no último 27 de maio, quando Marin foi preso na Suíça após investigação do FBI.

Assim que o escândalo estourou, o nome da sede da entidade, que era o de Marin, foi apagado, seguindo instruções de Del Nero, que voltou correndo de Zurique para o Brasil e sequer esperou as eleições para presidente da Fifa.

Amigos e familiares de Marin acham que ficou tudo nas costas do ex-dirigente, que estaria pagando a conta sozinho.

O ex-presidente da CBF estaria escrevendo um livro, inclusive, com ataques a outros dirigentes e empresários do ramo esportivo, entre os quais o próprio Del Nero, de quem era o vice mais velho na chapa que assumiu a confederação no último mês de abril.

Só a conta com advogados, na Suíça, nos Estados Unidos e no Brasil, já teria ultrapassado a casa dos R$ 2 milhões e como Marin está afastado do futebol a CBF diz não ter nada a ver com isso.

Marin quer fazer delação premiada e pagar o que deve ao Fisco norte-americano, ficando em prisão domiciliar caso seja mesmo extraditado aos Estados Unidos.

Já Del Nero resolveu ficar a Copa América no Brasil e deixou a cargo de Gilmar Rinaldi dar uma resposta à sociedade sobre mais um fracasso da Seleção. O coordenador avisou que vai formar um grupo de “notáveis”, incluindo todos os técnicos que dirigiram o Brasil e seguem vivos, para rediscutir o futebol brasileiro. Como se a saída passasse por aí…



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