São Paulo rachado



A situação do Tricolor, que ontem perdeu para o Atlético-PR e saiu do G4, segue de mal a pior.

O trabalho de Juan Carlos Osorio começou a ser contestado após o empate diante do Avaí, sofrido depois que ele colocou três zagueiros, mudando o esquema do time e levando o gol nos instantes finais da partida.

Contra o Palmeiras, o colombiano, que acabou expulso, levou de quatro. E em Curitiba viu sua equipe perder de novo.

Os jogadores não se entendem. A relação de Luís Fabiano e Alexandre Pato não é das mais amigáveis e o argentino Centurión, que ontem marcou o gol do Tricolor, anda descontente com a comissão técnica são-paulina. Quer começar como titular, o que não aconteceu no Paraná.

A diretoria, por sua vez, já começa a questionar os métodos do treinador, mesmo que na semana passada Carlos Miguel Aidar tenha decidido apoiar Osorio. Mas depois dos 4 a 0 no Allianz Parque até o presidente passou a se perguntar se fez a escolha certa ao contratar o colombiano.

A situação ficou pior com a saída de Souza, que está se transferindo para o futebol turco e aumentou a irritação de Osorio, que diz que não imaginava que o São Paulo estivesse em tal penúria financeira, desfazendo-se de um jogador após o outro.

Quem também está insatisfeito e quer novos ares é Paulo Henrique Ganso, que chegou a ter duas conversas em particular com Osorio e tem reclamado dos companheiros, que o estariam acionando pouco.

Já a situação de Michel Bastos também se complicou depois que ele foi reclamar publicamente (e com razão) dos atrasos nos pagamentos de direitos de imagem. Apesar de dizer que isso não reflete em campo não é o que acha um grupo de conselheiros próximos a Aidar. Para eles há jogadores fazendo corpo mole, sim, o que explicaria os últimos resultados negativos do Tricolor.



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