A depressão de Marin



Amigos e parentes de José Maria Marin, preso há quase um mês em Zurique, têm dito que o ex-presidente da CBF está em estado depressivo, o que é até compreensível.

Marin estaria se sentindo injustiçado e inconformado por ser o único brasileiro detido em Zurique.

Isso é bom, porque se decidir abrir a boca muita coisa que está escondida e que sequer sabemos existir pode vir à tona.

O dirigente, eleito na chapa de Marco Polo Del Nero como vice mais velho do atual presidente, está afastado do futebol e magoado com a falta de apoio da CBF, que até seu nome tirou da sede da entidade.

Agradece a Campos Machado, deputado do PTB-SP e seu velho amigo, que tem trabalhado em sua defesa, ao contrário de Del Nero, que abandonou seu ex-companheiro de confederação.

Na prisão estaria tomando um banho de sol por dia, de uma hora, fazendo três refeições diárias e sendo atendido por um médico por conta do quadro depressivo em que se encontra. O dirigente, fora revistas em quadrinho, não gosta de ler nem de ouvir música.

Se resolver falar e partir para a delação premiada pode provocar uma avalanche no futebol brasileiro. Que assim seja.



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