Timão pressiona CBF



A diretoria corintiana quer que a CBF se movimente e exija explicações da Conmebol sobre as conversas reveladas pela imprensa argentina sobre suposto esquema para classificar o Boca na Libertadores de 2013 e eliminar o Timão.

Andrés Sanchez está se mexendo nos bastidores e acha que as suspeitas não podem ficar no ar. Que devem ser apuradas e a CBF, que em tese representa o futebol brasileiro, deveria se mexer e ir até as últimas consequências. O pedido é para a confederação entrar com tudo no caso e exigir investigações.

O problema, porém, é que tanto a gestão de Ricardo Teixeira quanto as de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero eram muito ligadas a Julio Grondona, presidente da Associação de Futebol Argentino morto no ano passado.

E são conversas de Grondona que indicam que ele teria “escalado” o paraguaio Carlos Amarilla para apitar Corinthians x Boca.

O jogo terminou 1 a 1, resultado que classificou os argentinos e revoltou os paulistas, que reclamaram de dois gols mal anulados por Amarilla, fora um pênalti não marcado.

O árbitro foi afastado pela Associação Paraguaia de Futebol, mas isso é pouco. A credibilidade do futebol mundial, que já estava baixíssima, segue em xeque. Cada vez menor, cada vez menor.

E a CBF, cuja administração também está na berlinda desde a prisão de Marin há quase um mês na Suíça, pelo jeito nada faz. Ou talvez faça algo para inglês ver.

Não é o que o Corinthians quer. Comprovada a fraude, deve exigir compensação financeira por perdas e danos com a eliminação, inclusive morais. Espera ter a CBF a seu lado, mas não será fácil. Inclusive porque Del Nero é desafeto de Andrés.

Pobre futebol sul-americano…



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