Corinthians e Odebrecht



As prisões de Marcelo Odebrecht e Alexandrino Alencar, respectivamente presidente e diretor de relações institucionais da Odebrecht, deixaram a cúpula corintiana em estado de alerta.

O segundo era muito próximo de Andrés Sanchez, ex-presidente do clube e deputado federal pelo PT-SP.

Andrés, que atua como superintendente do Corinthians, relata uma viagem de Alencar a Brasília, acompanhado de Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração da construtora, em que teriam recebido pedido de Lula para ajudar na construção da arena do Timão.

A oposição corintiana exige explicações da direção sobre a situação do estádio, cujas contas não começaram a ser pagas e podem aniquilar as já abaladas finanças do clube paulista.

Inicialmente a arena foi orçada entre R% 500 milhões e R$ 700 milhões, mas as cifras finais teriam superado a casa do R$ 1 bilhão. A oposição quer entender o porquê de tantos aditivos, que não foram privilégio da Arena Corinthians, já que outras da Copa tiveram sobrepreço e mais sobrepreço.

Graças a recursos e benefícios públicos o estádio foi construído em Itaquera, palco da abertura da Copa-2014, mas a série de aditivos deve ser analisada pela Justiça.

A oposição diz que nunca ficou clara a situação da arena, principalmente no tocante às finanças, ao que cabe ao Timão e ao papel da construtora, sem falar na atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concretizar o negócio.

Agora seria a oportunidade de as coisas ficarem mais claras, já que o Timão tem que começar a pagar as contas no mês que vem e um dos integrantes do fundo gestor do estádio diz que as dívidas do Timão com a construtora há tempos já passam dos R$ 400 milhões. Como a conta será quitada ainda não se sabe…



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