Uma Seleção sofrível



Bisonha a atuação do Brasil diante da Colômbia. Um primeiro tempo em que o time, recuado, recuado, esteve irreconhecível e poderia ter levado mais de um gol dos colombianos. E uma segunda etapa em que, apesar de ter ido para o ataque, não mostrou nenhum poder de criação.

Dunga, que vinha sendo exaltado pela sequência de vitórias em amistosos, tem de ser questionado porque, pela segunda vez consecutiva e bem no torneio que vale alguma coisa, a Seleção não jogou nada, nada, nada.

Na estreia, contra o Peru, apenas Neymar parecia estar em campo. Agora, contra a Colômbia, nem ele jogou. E ainda demonstrou, pela segunda vez seguida, total descontrole emocional, recebendo cartão amarelo na fase inicial e reclamando muito da arbitragem.

Poderia ter sido expulso ainda durante a partida, mas recebeu o vermelho depois de agredir um adversário com o jogo já terminado. Desfalque para o jogo decisivo de domingo contra a Venezuela, quando decidiremos nossa classificação para a próxima fase, se não for punido por mais jogos, algo que merece ser.

Temos tudo pra avançar na Copa América, mas não dá pra seguir jogando assim. A defesa, seja com David Luiz ou Thiago Silva em campo, está muito mal postada, o meio-campo pela segunda vez inexistiu e o ataque, com Neymar apagado, já era.

Um futebol medonho e que, infelizmente, alguns jogadores, como Daniel Alves, não reconhecem. Ainda acham que a Seleção não foi tão mal assim e poderia ter conseguido resultado melhor. Então tá…

O futebol brasileiro segue feio dentro e fora de campo. E não temos muitas perspectivas de melhoras, não. Dona CBF, dona CBF…



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