Teixeira e Neymar



A venda de Neymar do Santos para o Barcelona continua dando o que falar. E pode acabar resvalando em Ricardo Teixeira, amigo íntimo de Sandro Rosell, o ex-presidente do Barça.

Transações financeiras entre Rosell e Teixeira estão sendo analisadas há tempos, envolvendo desde amistosos da Seleção e o contrato de patrocínio com a Nike, quando o primeiro comandava a empresa de material esportivo no Brasil, até a transferência de Neymar para o futebol espanhol.

Na época em que o atacante foi contratado pelo Barcelona, o time catalão anunciou que a transação fora fechada por cerca de R$ 190 milhões. Depois descobriram que o valor era maior e superava os R$ 285 milhões.

O Santos, que não recebeu nem R$ 60 milhões pelo atleta, tem mantido contatos com a Receita Federal e o Ministério Público no Brasil, além de acompanhar o caso na Espanha, já que alega que, como parte dos recursos foram pagos a uma empresa do pai de Neymar, por serviços fictícios, o clube foi burlado.

Rosell, que renunciou à presidência do Barça por conta do escândalo, Josep Maria Bartomeu, atual presidente do clube espanhol e o próprio Barcelona, terão que responder por diversas irregularidades na transação. E os dois primeiros podem acabar presos.

A Justiça espanhol apura ainda se Rosell recebeu vantagens indevidas pelo negócio e se recursos passaram por empresas ligadas ao ex-dirigente ou ao ex-presidente da CBF, que segundo reportagem da revista “Época” seria sócio oculto do primeiro. Que lama!



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