Copa-14 na mira



Além de mais de mil contratos assinados por Ricardo Teixeira e Jérôme Valcke por conta da Copa de 2014, todos na mira do FBI, o processo de escolha do Brasil como sede também deve virar alvo de investigação.

De 1998 pra cá todos os Mundiais estão sob suspeita de compra de votos, inclusive porque o colégio eleitoral era pequeno, formado pelo Comitê Executivo da Fifa.

No início a preocupação era com a Copa de 2010, já que os sul-africanos teriam vencido a disputa com pagamento de propina, e as de 2018 e 2022, na Rússia e no Qatar, respectivamente.

Agora o FBI, com denúncias também em relação à Copa de 1998, cuja corrida foi vencida pela França, quer saber como o Brasil conseguiu ser candidato único para abrigar o Mundial do ano passado.

O então presidente Lula empenhou-se muito para a vitória brasileira, trabalhando ao lado de Teixeira, na época o mandatário da CBF, mas outros políticos também fizeram campanha, como Aécio Neves, do PSDB, e Sérgio Cabral, do PMDB.

Sem concorrência, o Brasil, que atravessava bom momento econômico, saiu-se vitorioso em 2007, mas depois se complicou para organizar a Copa, estourando prazos e gastos e erguendo pelo menos quatro elefantes brancos. Chegou a ouvir de Valcke, secretário-geral da Fifa, que merecia um chute no traseiro e manteve, já nos tempos de Dilma Rousseff, uma relação bem tensa com a entidade.



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