A defesa de Marin



Familiares de José Maria Marin começam a se mobilizar para cuidar da defesa do ex-presidente da CBF.

Nos Estados Unidos, a ideia é contratar pelo menos parte da equipe que trabalhou para livrar o economista francês Dominique Strauss-Kahn da cadeia.

O ex-chefão do Fundo Monetário Internacional foi preso no aeroporto JFK, em Nova York, acusado de ter atacado uma camareira num hotel em Manhattan. A funcionária disse ter sofrido uma tentativa de agressão sexual por parte de Strauss-Kahn.

O político francês foi para a cadeia e depois respondeu o processo em liberdade. Safou-se do caso depois que a credibilidade da camareira foi colocada em xeque.

O caso aconteceu em maio de 2011 e, na ocasião, Strauss-Kahn procurou os melhores escritórios de direito nos Estados Unidos para tirá-lo da cadeia e depois dos Estados Unidos.

Marin, preso na Suíça, deve ser extraditado para Nova York, embora tenha entrado com pedido na Justiça suíça para permanecer no país e responder pelo processo no Brasil.

Sua família quer que a CBF pague os honorários advocatícios, já que ele era o vice mais velho de Marco Polo Del Nero, cargo que assumiu no mês passado, mas a confederação não irá arcar com as custas nem com os advogados. A ideia de Del Nero, que saiu às pressas da Suíça para retornar logo ao Brasil, abandonando o congresso da Fifa, é se desvincular de seu antecessor. Mas não será fácil. Inclusive porque Marin certamente sabe muito sobre os porões da entidade.



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