Tite e a base



A diretoria do Corinthians já avisou Tite que ele tem que recorrer à base para completar algumas lacunas que a crise financeira deixará no time ainda em 2015.

Com a iminente saída de Sheik e Guerrero o técnico terá que correr atrás de um atacante formado na base, já que não está satisfeito com Vagner Love, um dos três reforços trazidos pela direção para a temporada.

O problema, porém, é que Tite não vê opções na base e mal tem acompanhado o departamento, já que o projeto de o centro de treinamento das categorias menores funcionar ao lado dos profissionais ainda não ficou pronto.

Dirigentes lembram ainda que, além de Love, trouxeram Edu Dracena e Cristian para Tite e que os três podem, uma hora ou outra, serem usados pelo treinador, deixando a reserva. Inclusive porque custam caro aos cofres do clube, mais de R$ 1,5 milhão por mês.

Tite tem evitado tocar no assunto, mas teme que, com poucas opções e uma possível debandada, que só estaria começando com a saída de Sheik e Guerrero, o time caia na tabela e a torcida comece a protestar.

Ele diz que vai trabalhar com o que tem e que entende os problemas administrativo-financeiros do Timão, que ainda tem que pagar a conta do estádio. Serão R$ 5 milhões mensais a partir de julho. E os direitos de nomear sua arena, que Andrés Sanchez dizia que seriam vendidos por R$ 400 milhões até fevereiro de 2012, por enquanto nada.

O jeito tem sido recorrer a empréstimos financeiros, mas até aqui eles têm servido para quitar apenas parte dos direitos de imagem que o Timão atrasou para alguns atletas. E em algum momento terão que ser pagos. Com juros nada camaradas…



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