Valdivia e a produtividade



Nos últimos dias Palmeiras e Valdivia se reaproximaram e voltaram a discutir a questão da renovação contratual.

Para a diretoria do Verdão, um acerto hoje está mais próximo do que há algumas semanas, embora haja uma questão delicada que continua separando as duas partes. A questão do pagamento por produtividade, em relação à qual o clube está irredutível e não vai voltar atrás.

O Palmeiras não abre mão (e com razão, a meu ver) de pagar um valor fixo ao chileno e outro por produtividade, o que o atleta não vê com bons olhos. Teme receber uma entrada maldosa em algum jogo, ser vítima de acidente de trabalho, enfim, ficar um tempo no estaleiro e não receber. Ou receber menos do que poderia caso não tivesse se lesionado e seguisse jogando.

De qualquer forma, o clima entre clube e jogador, que chegou a ficar pesado, está mais leve, especialmente após a atuação segura de Valdivia contra o Botafogo, quando foi fundamental para levar o time às semifinais do Paulista.

Mas, para seguir no Palestra, terá que aceitar os termos de Paulo Nobre e a tal da produtividade, mesmo que ainda considere o termo um palavrão. Terá que se adequar, como já fizeram outros atletas que chegaram ou tiveram seus contratos renovados.



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