É a economia, pô!



A diretoria corintiana segue muito aflita com a situação financeira do clube, que deve direito de imagem a diversos jogadores e não consegue vender os direitos de nomear seu estádio, novela que se arrasta desde fins de 2011.

O clube negociava com cinco empresas, entre as quais duas montadoras de automóveis e duas instituições bancárias, mas duas delas já deram pra trás.

Uma montadora responsabilizou a complicadíssima situação econômica do Brasil em 2015, com perspectiva de queda do Produto Interno Bruto, aumento da inflação e redução do poder do consumo, para dizer não. Alegou que as vendas de carro seguem caindo e achou a pedida corintiana, para o momento, alta demais. Já um dos bancos está envolvido na Operação Zelotes, que apura esquema para apagar débitos de grandes corporações com a Receita Federal, pra cair fora.

O Corinthians, porém, segue em tratativas com outra montadora e outro banco, além de uma companhia de aviação, e quer fazer um esforço para aumentar os contatos hoje, diante do San Lorenzo. Convidou um grupo de empresários, muitos dos quais ligados à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), para o jogo.

A Arena Corinthians, que pedia R$ 400 milhões por 20 anos pela venda dos chamados naming rights, flexibilizou o valor, que pode chegar a R$ 100 milhões, e o período do contrato, que pode cair para cinco anos.

A conta do estádio começa, em tese, a ser paga ainda em 2015. E tem como trunfo o sucesso de público, que hoje pode bater o recorde, chegando a 40 mil pagantes. A maior marca, tirando jogos da Copa do Mundo, quando a arena tinha estruturas temporárias montadas para os torcedores, é de 38.487, atingida no primeiro jogo da Libertadores contra o São Paulo, quando o Timão venceu por 2 a 0.



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