A vez de Ganso?



A diretoria do São Paulo já mandou um recado a Milton Cruz, o técnico interino do Tricolor. Quer que Paulo Henrique Ganso seja mais explorado daqui em diante e que, se necessário, o time jogue em função do meia, que na metade do ano pretende se transferir para o exterior, negócio que pode render lucros ao Tricolor.

A avaliação no futebol são-paulino é que, sem um time titular definido, Muricy Ramalho não deu atenção suficiente a Ganso, que oscilava ao fazer boas e péssimas partidas, e pode render muito mais.

Já no último sábado, com Wesley a seu lado, Ganso foi muito bem contra o Red Bull, o que foi comemorado pela direção tricolor. Mas, convenhamos, foi contra o Red Bull, não contra um Corinthians ou um Palmeiras, não.

Hoje, diante do Danúbio, no Uruguai, Wesley não joga, pois não foi inscrito no torneio sul-americano, mas contra o Santos, na Vila, semifinais do Paulistão, a ideia é colocar um volante pra ajuda-lo e deixa-lo mais livre, sem obrigação de marcar tanto no meio ou mesmo a saída dos laterais adversários.

Se vai dar certo ou não, são outros 500. E tudo depende muito do astral de Ganso, cujo equilíbrio emocional não é dos melhores.



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