Premiação, não



O Corinthians tem conversado com seus jogadores e respectivos representantes e deve cortar as premiações até o final do ano, inclusive em caso de conquista da Libertadores. A ideia é pagar apenas salários e direitos de imagem, obrigação do clube, aliás.

Com dificuldades financeiras, o Timão quer reduzir os gastos não só no futebol mas no clube como um todo. Começou pelos setores social, administrativo, de comunicação e esportes ditos amadores e agora entra com tudo no mundo da bola, reduzindo os gastos no departamento também.

A prioridade, segundo já foi comunicado aos atletas e seus agentes, é acertar o pagamento de direitos de imagem que estão atrasados até o final da primeira quinzena de abril. A dívida chegaria a R$ 18 milhões.

O segundo passo é retomar, com força, o trabalho para vender os direitos de nomear a Arena Corinthians, novela que se estende desde fins de 2011. Com os recursos, começaria a pagar o estádio, outra preocupação da diretoria comandada por Roberto de Andrade, que foi eleito presidente em fevereiro.

Emerson Piovesan, diretor financeiro do Corinthians, prepara um estudo sobre a situação econômica do Timão, com previsão de gastos e receitas até o final do ano.

Ele trabalha ainda na avaliação da necessidade de aderir ou não ao projeto do governo de refinanciar o pagamento das dívidas do clube com a própria União. Diz que paga menos que os estimados R$ 800 mil mensais para aderir ao programa, já que no ano passado o Corinthians acertara um parcelamento dos débitos com a União por valor menor e estaria pagando rigorosamente em dia. Pelo menos o que deve ao governo. Porque os atrasados com atletas ainda não foi quitado.



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