Valdivia sem clima



Não adianta agora Valdivia pedir desculpas pelos ataques em redes sociais ao diretor Alexandre Mattos, pois o estrago já está feito.

Muitos conselheiros e dirigentes do Palmeiras não querem mais o chileno pelos lados do Palestra. Acham que pisou tanto na bola que não dá mais para continuar.

Paulo Nobre, que anteontem não compareceu à reunião do Conselho Deliberativo do Verdão, ainda defendia a permanência do jogador, lembrando que foi importante na campanha para fugir do rebaixamento do Brasileiro no ano passado. Se bem que, cá entre nós, o Palmeiras só não caiu porque o Santos fez seu papel na última rodada, já que nem vencer o Atlético-PR em casa o time conseguiu.

Sempre defendi Valdivia, que considero um ótimo jogador, apesar de se lesionar bastante. Mas os ataques ao diretor de futebol remunerado foram desnecessários. Só serviram para prejudicar ainda mais a imagem do chileno, que já não era muito bem visto por Oswaldo de Oliveira, fã de Zé Roberto, com toda sua experiência e cabeça no lugar.

Em relação à proposta de Nobre, contrato por produtividade, tem que ser assim mesmo e Valdivia deveria compreender. Pelo tempo que passa no departamento médico deve primeiro se recuperar, voltar a jogar (e uma sequência de partidas, não apenas uma ou duas), ganhar de novo a confiança da torcida para, aí sim, no futuro, não agora, pleitear algo mais. Esse não é o momento. Não mesmo.



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