As brigas no Rio



O fenômeno não acontece só no Rio, pois já foi detectado também em SP, Minas e Rio Grande do Sul, mas tem chamado a atenção da polícia. Além de brigas com uniformizadas de outros times, torcedores têm se enfrentado dentro das próprias organizadas numa disputa pelo poder. Com soco inglês, armas de fogo, pedras e barras de metal.

Domingo, no Rio, mais de cem foram presos por conta do clássico Fluminense x Vasco no Engenhão. Não no Maracanã, pois o estádio tem sido boicotado pela Federação do Rio por conta da polêmica em relação ao preço dos ingressos.

Houve confrontos no Meier e nos arredores do Engenhão, que ficou mais de um ano interditado, aliás, por problemas estruturais. Neles tricolores e vascaínos se enfrentavam, mas houve brigas também entre os próprios torcedores do Flu e viam-se vascaínos se agredindo também. Como já vimos brigas de corintianos contra corintianos dentro do Allianz Parque no clássico contra o Palmeiras.

As organizadas movimentam muito dinheiro, têm força política e um bom poder de barganha e não são poucas as correntes que querem chegar ao poder. E agridem, ameaçam e até matam pra que isso aconteça.

Mais um desafio para a polícia e um ponto negativo para o futebol brasileiro. Primeiro clássico do Estadual do Rio, público pífio, pouco mais de 7 ml torcedores, em campo jogo fraco, mas merecida vitória do Vasco, fora dele um cenário de guerra, que afasta o verdadeiro torcedor do estádio.

Viajo nos próximos dias a trabalho, mas volto a postar já na próxima segunda, dia 2. Até lá, dentro do possível, sigo respondendo os comentários de vocês. Bom restante de semana a todos e até a volta, João



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