CPI de Damião



Conselheiros santistas querem investigar o caso Leandro Damião, atacante que custou R$ 42 milhões para ter vínculo com o clube até 2018. Quem financiou a compra foi o grupo Doyen, fundo que costuma fazer negócios também com o Flamengo.

Antes de se transferir para o Cruzeiro, Damião resolveu acionar a Justiça para receber salários atrasados, um direito que lhe cabe, claro, além de pleitear o pagamento do que deveria receber pelo restante do contrato.

Os direitos econômicos que caberiam ao clube foram postos em xeque, além do risco de o Santos ter que indenizar o fundo Doyen, o que provocou revolta na Vila Belmiro.

Conselheiros que se opunham à diretoria passada não se conformam com o negócio, que consideram lesivo ao Santos, e querem responsabilizá-la pela operação.

Também exigem mais detalhes do acordo com o grupo Doyen por considera-lo prejudicial ao Santos.

Uma batalha com Damião na Justiça poderia levar o clube a gastar mais de R$ 80 milhões, o que gerou uma gritaria no conselho.

Além do caso Leandro Damião, a nebulosa venda de Neymar, que tanta polêmica provocou na Espanha, segue dando o que falar na Vila, além da delicada situação financeira do clube, que perdeu jogadores como Arouca e Aranha por falta de pagamento de salários.

A torcida, por sua vez, segue perguntando aonde foi parar o dinheiro. Até agora, porém, não teve resposta. E duvido que venha a ter tão cedo. Se é que algum dia terá.



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