Gallo na berlinda



A direção da CBF não gostou nada do desempenho da Seleção Sub-20 no Sul-Americano do Uruguai. Um quarto lugar com direito a levar goleada da Colômbia na rodada final.

O Brasil foi muito, muito mal no torneio e acendeu a luz amarela na cúpula da confederação: Alexandre Gallo é o homem certo para comandar a equipe na Olimpíada?

A base, afinal, é o que vimos no Uruguai, acrescida de um ou outro jogador, além dos três veteranos, um dos quais, claro, deverá ser Neymar.

Nas próximas semanas a CBF avalia internamente o trabalho de Gallo e discute se ele deve continuar como o nome principal da base e, mais do que isso, se é o técnico adequado para sentar no banco durante os Jogos do Rio, comandando a garotada.

Sinceramente acho que não é nem nunca foi o nome adequado. Gallo não tem credenciais nem para cuidar da base nem para dirigir a Seleção, algo que mostrou no Sul-Americano, onde o Brasil teve atuações medíocres. Um time desajustado, nervoso, sem esquema tático e que não sabia passar. Foi engolido pela Argentina, a campeã do torneio. Engolido.

Para piorar, Gallo não viu o óbvio e preferiu, em vários momentos, culpar a arbitragem pelo fiasco. E ainda bateu na tecla de que o Brasil joga um futebol compacto e moderno.

O desempenho da molecada, infelizmente, seja ou não Gallo o técnico na Rio-2016, só mostra que seguimos perdendo por 7 a 1. E que aquela derrota não foi um mero apagão, não. Muitas outras virão. Se não por 7 a 1, por 3 a 0, como nos mostraram os colombianos.



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