Oposição na Fifa



Dificilmente, mas dificilmente mesmo Joseph Blatter deixará de ganhar novo mandato como presidente da Fifa nas eleições de 29 de maio. Tem o colégio eleitoral _leia-se Comitê Executivo, que dá as cartas na entidade_ nas mãos.

Mas é salutar ver o crescimento do número de oposicionistas que apareceram, entre eles Michael van Praag, presidente da federação holandesa, e Luís Figo, ex-jogador de Portugal, um dos mais renomados da história do país.

São vozes que não devem se calar e mostrar ao mundo que a credibilidade da entidade vai de mal a pior, não só pelos protestos que vimos no Brasil, que eram mais contra os descalabros na gestão pública no país do que qualquer outra coisa, mas principalmente pelo escândalo que marcou a eleição do Qatar para sede da Copa de 2022.

Mas continuo achando que o caldeirão só irá ferver de verdade se os patrocinadores, que enchem a Fifa de grana, começarem a abrir a boca. A questionar a entidade e exigir transparência de fato, não relatórios escondidos e uma administração eternamente sob suspeita.

No caso do Qatar, cinco empresas que patrocinariam o Mundial voltaram atrás e isso por si só tem um peso. Significa alguma coisa.

É pelo bolso que Blatter e Cia. podem ser pegos, até porque mexem com dinheiro que não é deles, é do futebol mundial. Mas “administrado” por um grupo fechadinho, fechadinho, que se acha dono da bola. E infelizmente talvez seja mesmo…



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