A imagem são-paulina



Executivos da Crefisa confirmam que a empresa especializada em crédito pessoal irá pagar R$ 23 milhões por ano ao Palmeiras para ser sua principal patrocinadora. O contrato é válido por dois anos.

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, tem dito que o valor de R$ 46 milhões anunciado pelo Palmeiras é mentira e que o clube não receberá mais que R$ 30 milhões pelos dois anos de contrato.

Paulo Nobre, que preside o Verdão, segue muito irritado com Aidar e rebateu o são-paulino. Disse que ele não viu o contrato e deveria se preocupar mais com sua gestão no Tricolor, “conflituosa e cheia de escândalos”.

Disse ainda que “no Palmeiras, negociação tocada pelo presidente não tem intermediário”, uma indireta sobre o contrato que a namorada de Aidar tinha com o São Paulo para receber por negociações que ajudasse a fechar para o time do Morumbi.

A Crefisa negociava também com outros clubes, entre os quais o São Paulo, que aceitaria receber até um pouco menos do que os R$ 23 milhões acertados com o Verdão, embora a pedida inicial tenha sido de R$ 25 milhões anuais.

Pesou negativamente, no entanto, a imagem do clube do Morumbi, manchada pelas brigas públicas entre Carlos Miguel Aidar e seu antecessor, Juvenal Juvêncio, além das dificuldades financeiras pelas quais passa o Tricolor, tornadas públicas pelo próprio Aidar.

Sem a Crefisa, em vez de atacar publicamente o Palmeiras e seu patrocinador, o dirigente são-paulino deveria se preocupar com as questões de sua agremiação, já que não é a primeira vez que detona o rival e ganha manchetes de jornais por ter virado um dirigente folclórico, quando competência para trabalhar, por mais que alguns pensem que não, ele tem.



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