O dedo de Levy



Teve o dedo (ou a mão) de Joaquim Levy no veto de Dilma Rousseff ao parcelamento da dívida dos clubes, que chega à casa de R$ 4 bilhões.

Acertou a presidente, que respeitou pedido do Bom Senso F.C. e bateu de frente com os clubes e a CBF, cujo desejo era oferecer o mínimo possível de contrapartidas (ou até contrapartida nenhuma) em troca do parcelamento, quase uma espécie de anistia, dados os presentes que eles volta e meia recebem dos vários governos no Brasil.

Dilma Rousseff, ao vetar o parcelamento da forma que havia sido formulado, respeita também desejo de seu ministro da Fazenda, que já havia deixado claro não fazer sentido dar benefícios para setores A ou B num momento em que as finanças do governo vão de mal a pior e os impostos e as contas já serão aumentados.

Pegaria mal abrir uma exceção ao futebol e premiar os dirigentes pela já história irresponsabilidade com a qual dirigem suas agremiações.

Enfim, uma medida para comemorar diante de tantas más notícias recentes para o país, com falta de água, apagão elétrico, crise no transporte, na saúde e na educação e tantas e tantas mazelas mais,



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