Conca na Gávea?



Apesar de a direção da Unimed dizer que o destino de Conca deve ser mesmo o exterior (no caso a China) e não Corinthians, Flamengo ou São Paulo, os dois primeiros ainda insistem em ter o jogador.

O trunfo do Mengão é o fundo de investimentos Doyen, aquele mesmo que viabilizou a ida de Leandro Damião ao Santos.

O fundo do português Nélio Lucas entrou firme na negociação com o intuito de ver o atleta na Gávea. Acredita que, mesmo se não for agora, ainda no primeiro semestre pode colocar o jogador no Flamengo.

Calcula-se que Conca receba cerca de R$ 750 mil por mês, dos quais dois terços são bancados pela Unimed. E, como se sabe e o próprio Fred revelou no final do ano passado, salários e direitos de imagem não têm sido pagos em dia nas Laranjeiras. Com três meses de atraso será que o jogador permanecerá calado no Flu?

Em toda a disputa por Conca, no entanto, não deixa de ser interessante observar a participação de um fundo de investimentos, bem num momento em que a Fifa luta para que eles deixem de ser donos de jogadores mundo afora. E que quer que os contratos assinados por eles (ou outras empresas) com atletas e clubes de futebol não tenham duração superior a um ano. Pelo menos os assinados a partir de maio próximo.

A tendência, porém, é que os fundos continuem na jogada, driblando as regras do futebol e a própria Fifa. Podem usar clubes de aluguel, risco apontado há tempos, ou fazer uma contabilidade criativa, digamos assim. Simular um empréstimo financeiro com agremiação A ou B para por dado jogador como garantia de financiamento dado a ela…

Bom ficar de olho em tudo isso, aconteça o que acontecer com Conca, que virou a grande interrogação deste início de 2015, não?



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