Debandada no Verdão



Além de ter limado a comissão técnica e a cúpula do futebol palmeirense, Paulo Nobre pensa em se desfazer de uma série de jogadores que não agradaram na atual temporada. Entre eles a leva de argentinos trazidos por Ricardo Gareca.

Dos estrangeiros, além de Valdivia, que é um caso à parte, apenas Cristaldo foi aprovado. Tobio, Mouche a Allione desapontaram o presidente do Verdão, que vai discutir com o novo treinador o que fazer com eles.

Ontem mesmo Allione se manifestou contra Dorival Júnior, demitido no início da semana pelo Palestra, dizendo que o técnico teve “muito pouco caráter e personalidade” por criticar publicamente os “hermanos”.

Dorival, para quem Allione é um jogador indisciplinado e que se machucou demais, não conseguiu uma regularidade na equipe pelos problemas apresentados e justamente por isso o meia acabou sendo pouco aproveitado por ele.

Das 37 contratações do período Nobre/Brunoro, apenas duas iniciaram jogando contra o Atlético-PR, quando o Verdão empatou em casa e só se livrou do rebaixamento porque o Santos ganhou do Vitória na Bahia. Parte deve sair em 2015.

O próprio José Carlos Brunoro, que começou mandachuva do futebol e depois foi afastado para o marketing, já foi dispensado, assim como Omar Feitosa, que ocupava a gerência do futebol.

Agora Nobre busca parcerias para novas contratações.

Ontem, no Palestra, era muito comentada a possibilidade de o time se reforçar com o goleiro Diego Cavalieri e o atacante Fred, já que a Unimed rompeu com o Fluminense. Mas dificilmente o clube terá apoio da empresa do ramo de saúde para as transações, inclusive porque ela quer se desligar do futebol e explorar o marketing em outros setores.

Sobre o novo técnico Nobre tem sido reticente, mas os nomes mais comentados no Palmeiras seguem sendo os de Mano Menezes, cujo maior empecilho é o alto salário, e Oswaldo de Oliveira. Se fosse eu o presidente apostaria em alguém mais jovem, já que os dois treinadores, pelo menos a meu ver, deveriam se reciclar. Assim como muitos de nossos “professores”, diga-se de passagem.



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