A vitória do Barça



Muito bom o jogo entre Barcelona e Paris Saint-Germain, especialmente no primeiro tempo.

A marcação do PSG parecia boa, mas feita muito de trás, dando espaço em demasia para os craques do Barcelona, que decidiram o jogo no primeiro tempo com Messi e Neymar. E no segundo Suárez ainda garantiu o dele, fechando em 3 a 1, três gols sul-americanos.

Dos brasileiros gostei muito de Neymar e Lucas, que se sobressaiu na equipe francesa na etapa inicial. Se pudéssemos voltar no tempo e contar com o ex-jogador do São Paulo no Mundial…

Já a zaga do PSG, com David Luiz e Thiago Silva, dessa vez não funcionou, como já não tinha funcionado na Copa, embora os dois sejam ótimos jogadores. Talvez Marquinhos mereça uma oportunidade, não? Na Seleção pelo menos vem sendo aproveitado…



  • Cleibsom Carlos

    Me parece que aquele Barcelona que encantou o mundo e de certa forma foi a última revolução tática no futebol mundial não existe mais…Evidentemente que a equipe catalã ainda impõe respeito, mas “medo” do time espanhol as grandes equipes européias não têm mais. Em uma eventual partida contra Bayern, Chelsea ou Real Madrid penso que estas equipes entram como favoritas diante do Barcelona.

    • janca

      Não é o mesmo Barcelona, concordo. Mas o PSG, pelos jogadores que tem e pela grana que os árabes investem no clube, poderia ter rendido um pouco mais… Marcou muito, muito atrás. Sobre favoritismo de Bayern, Chelsea e Real contra o Barcelona não vejo assim. Nem em relação ao PSG, que pode render, insisto, bem mais do que vimos ontem.

    • Tato I

      Aquele Barcelona que foi inspirado na Seleção de 1982, segundo Pep Guardiola. Confesso que em algum momentos dava até “raiva” porque os adversários nem tocavam a bola, rsrsrsrs – O que aconteceu é que alguns adversários descobriram a maneira de ganhá-los. É preciso mudar, nada permanece imutável. Por falar em Sulamericanos destaque para Mascherano, é um dos mais regulares do Barcelona.

      • janca

        Concordo com sua avaliação. Sobre aquela Barcelona de Guardiola, a necessidade de não permanecer estático e o papel de Mascherano, um dos mais regulares do Barça mesmo. Abs.

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