O arrependimento de Nobre



Apesar de seguir insistindo que o Palmeiras não cai (e eu continuo concordando com ele e achando que não cai mesmo) e de ter sido reeleito para mais dois anos na presidência do clube, Paulo Nobre sabe que cometeu uma série de equívocos no futebol.

Um dos principais foi na condução da renovação com Alan Kardec, atacante que o Verdão, por alguns tostões, acabou perdendo para o São Paulo. Já no caso de Barcos, que se mandou para o Grêmio, o dirigente considera que não havia o que fazer para segura-lo no Palestra.

Ele também reconhece que a escolha de técnicos na sua gestão não foi boa, especialmente por ter ficado com Gilson Kleina mais tempo do que deveria e depois apostado num argentino que não se adaptou ao futebol brasileiro. E ainda fez o Palmeiras contratar uma série de estrangeiros que não se saíram bem por aqui.

José Carlos Brunoro também foi uma decepção, tanto que acabou afastado do departamento e transferido para o marketing, onde tampouco está bem.

Nobre sabe que o time é fraco e só não deve cair porque ainda há equipes piores no campeonato. Espera montar uma equipe que figure pelo menos na parte intermediária da tabela no ano que vem. O que, para o Palmeiras, é pouco. Mas resultados imediatos é difícil obter. E a torcida vai precisar de muita paciência. Muita paciência mesmo para voltar a ver aquele Verdão que se acostumou a acompanhar nos estádios.



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