Felipão e a Globo



Galvão Bueno iniciou ontem movimento de reaproximação com Luiz Felipe Scolari.

O narrador da Rede Globo havia decidido, antes mesmo do início do amistoso de ontem, tecer elogios ao ex-técnico da Seleção, que o responsabiliza por sua demissão da Seleção Brasileira.

Felipão até hoje não engole o que Galvão fez com ele. Durante a Copa, o treinador aceitou participar de pelo menos três programas na Globo, abriu o centro de treinamento para a emissora (e outras também), atendeu a pedidos do narrador, mas depois dos 7 a 1 e especialmente dos 3 a 0 sofridos contra a Holanda, sentiu-se traído por Galvão e pela própria Globo.

Até hoje não se conforma com “editorial” do narrador após o fiasco na Copa acabando com seu trabalho e soube de sua demissão em plantão do “Fantástico”, quando tinha a palavra de Marco Polo Del Nero de que continuaria na Seleção, o que o deixou ainda mais indignado.

Depois do Mundial não teve contato nenhum com Galvão, mas agora começou o movimento de reaproximação e vamos ver aonde ele vai terminar.

Ontem, contra a Turquia, o narrador elogiou o trabalho do técnico no Grêmio, lembrou que os 7 a 1 não serão apagados jamais, mas a história do treinador tampouco. E colocou Casagrande na jogada para também tecer elogios a Felipão, que vem de vitória contra o Inter por sonoros 4 a 1.

Resta saber se o técnico, que a Globo gostaria de entrevistar para o “Fantástico”, vai amolecer e aceitar dar uma exclusiva a ela. Falando, inclusive, sobre o que se passou na Copa do Mundo. Tudo, porém, ele não poderá falar. Se não, sobrará para o próprio Galvão e para a emissora também…

Ah! As relações humanas não são fáceis. Definitivamente não são mesmo.



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