A dívida de Itaquera



A direção corintiana anda preocupada com a primeira parcela a pagar pelo estádio em Itaquera em junho/julho do ano que vem. Deve terminar o ano com 30% do valor de R$ 100 milhões a ser desembolsado no meio do ano que vem em caixa. Na caixa da administração da Arena Corinthians, não do clube, que tende a fechar a temporada com déficit, assim como acontecerá no Morumbi com o São Paulo.

Até meados do ano que vem, no entanto, o Timão espera vender os “naming rights” de sua arena, o que daria um tremendo fôlego para a gestão do estádio e para o clube também.

A novela da negociação do direito de nomear o estádio segue desde fins de 2011. O ex-presidente Andrés Sanchez, deputado federal eleito pelo PT-SP, esperava comercializar os “naming rights” até fevereiro de 2012, mas não obteve sucesso. As negociações continuam com três grupos, um deles dos Emirados Árabes, até agora sem sucesso.

A situação da economia brasileira, que se deteriorou nos últimos tempos, é apontada como um dos motivos para o Corinthians não ter feito negócio até aqui.

Em relação a reforços para o ano que vem, a diretoria, sem grana em caixa, não promete grandes novidades, embora fale de carência em quatro posições. O abacaxi deve ser jogado para a administração seguinte, já que teremos eleições no Parque São Jorge em fevereiro. E nem técnico para 2015 o Corinthians tem, pois o contrato de Mano Menezes, depois dos 4 a 1 que levou do Galo pela Copa do Brasil, não vai mesmo ser renovado.



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