Organizadas em campanha



As uniformizadas do Palmeiras têm dado apoio à campanha de Wlademir Pescarmona à presidência do Palmeiras.

Caso eleito, ele deve voltar a lhes dar regalias que perderam na administração Paulo Nobre, que é candidato à reeleição.

Nobre fez bem em cortar privilégios às organizadas, que reclamam alegando que, quando o time atua fora de casa, são elas que vão defende-lo. Embora, cá entre nós, muitas vezes causem mais confusão e violência do que qualquer outra coisa.

E isso não vale só para o Palmeiras. Corinthians, Santos e São Paulo que o digam.

Deveriam ir a fundo e seguir o exemplo do Cruzeiro, que não tem mais vínculos com suas uniformizadas, algo impensável nos outros três times paulistas. O trio, vale lembrar, recusou-se a fazer como o Verdão no ano passado, negando-se a cortar benefícios às uniformizadas, entre os quais entrada no centro de treinamento, distribuição de ingressos e ajuda em viagens.

Não sou contra as organizadas, mas elas vivem às custas dos clubes, muitos fazem do ato de “torcer” uma profissão (às vezes violenta) e faturam com venda de produtos com a marca das agremiações. Sem pagar um centavo a elas. Por licenciamento e uso da marca.



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