Jefferson e Tardelli



Diego Tardelli e Jefferson foram dois dos destaques do Brasil na vitória contra a Argentina, por 2 a 0, na China.

O atacante, além dos dois gols, movimentou-se bem na frente, incomodando a defesa adversária, enquanto o goleiro, fora o pênalti que pegou de Messi, mostrou a firmeza de sempre e soube passar segurança à zaga brasileira.

Claro que, passada a Copa do Mundo, fica fácil falar que A ou B fez falta no Mundial. Se pudéssemos voltar no tempo, eu teria chamado Kaká e Robinho, pelo talento e pela experiência de ambos, colocado Jefferson como titular e convocado Tardelli para o ataque, que com Fred ou Jô acabou sendo um desastre.

Só que é muito fácil falar agora que a Copa acabou e os 7 a 1 da Alemanha entraram para a história do futebol mundial. Lembro que, quando Luiz Felipe Scolari convocou os 23, teve aprovação, com uma ou outra exceção, quase absoluta. E deu no que deu.

Seja como for, o Brasil, que entrou amedrontado em campo e na metade do primeiro tempo não tinha finalizado a gol (a Argentina já chutara seis vezes contra nossa meta), fez uma partida muito boa na Ásia e mereceu a vitória e o troféu.

Serve para recuperar um pouco a confiança, claro, mas o Superclássico das Américas não é o Mundial. Muito, muito longe disso.

Que mantenhamos, então, os pés no chão. E que entendamos que os 7 a 1 (e depois os 3 a 0 da Holanda) são, antes de mais nada, sinal das seguidas falhas de gestão de nosso futebol. Muito mais que da falta de craques, pois bons jogadores ainda temos. E vimos vários deles em campo batendo os argentinos em território chinês.



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