A força de Romário



Eleito senador pelo Rio de Janeiro com mais de 4,6 milhões de votos, Romário foi procurado tanto por representantes do PT quanto do PSDB, todos interessados em ter seu apoio no segundo turno da eleição presidencial.

O “Baixinho” não teve contato direto com a presidente e candidata à reeleição pelo PT, mas Aécio, por intermédio do ex-atacante Ronaldo, um de seus principais cabos eleitorais, já sinalizou que quer conversar pessoalmente com ele.

Ontem o candidato do PSDB não pôde falar com Romário pois tinha agenda apertada em São Paulo, onde participaria de um comício e se encontraria com lideranças tucanas. Depois se reuniria com o dono de um dos principais jornais do país, em São Paulo, para discutir, entre outros pontos, o segundo turno da eleição presidencial e a linha do veículo de comunicação. O encontro seria num restaurante de luxo da capital paulista e não na sede da empresa.

Hoje, porém, Aécio quer falar com Romário, que é do PSB, mas vive às turras com o próprio partido. O ex-jogador não é simpático ao governo Dilma e pode apoiar a oposição.

O PSB, mesmo alfinetado por Romário, que se sentiu abandonado na campanha e mesmo assim recebeu uma avalanche de votos, tenta se reaproximar do craque. E até cogita vê-lo candidato a prefeito do Rio em 2016, hipótese que o ex-atacante não quer discutir por enquanto.

No Senado Romário quer ser uma pedra no sapato da CBF e do COB, como vinha sendo, aliás, na Câmara Federal. Vai dar trabalho, vai dar trabalho… E é bom que dê mesmo. A cúpula que comanda o esporte no Brasil e não quer largar o osso tem que ser sair da zona de conforto, não?



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