Prazo dos naming rights



E não é que o Corinthians decidiu mesmo reduzir o prazo dos naming rights de sua arena em Itaquera?

Como não conseguiu, pelo menos até aqui, negocia-los por um período de 20 ou 30 anos, como pretendia em 2012/2013, chegou a discutir a possibilidade de vende-los por dez anos e agora reduziu o prazo para cinco anos (renováveis, se for o caso depois, por outros cinco) na conversa com uma instituição bancária brasileira.

Além dela, segue negociando nos Emirados Árabes e conversando com uma fabricante de bebidas e uma empresa do ramo de alimentação. Por enquanto, sem sucesso.

Os valores, que seriam de R$ 400 milhões para 20 anos de contrato (renováveis por mais dez), não têm sido comentados no Parque São Jorge, mas a diretoria gostaria de terminar o ano com contrato fechado, o que não tem sido fácil.

Usa como trunfo o fato de estar conseguindo boa média de público no estádio e espera garantir vaga na Libertadores para aumenta-la ainda mais em 2015.

Andrés Sanchez, que estava à frente das negociações e hoje cuida de sua candidatura a deputado federal pelo PT-SP, deve retoma-las depois das eleições, embora, caso haja segundo turno para presidente, já tenha sido convocado para auxiliar a campanha de Dilma Rousseff em SP até 26 de outubro.

E Mário Gobbi, o atual presidente, tem reclamado que há muita gente trabalhando contra o Corinthians e a tentativa de vender os direitos de nomear o estádio. Mas não dá nome aos bois… Acha que muitos apostam no quanto pior, melhor, ainda mais em período eleitoral. Período eleitoral no Timão, digo.



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