A saída de Brunoro



No Palmeiras já é dado como certo que José Carlos Brunoro não seguirá no clube em 2015.

Se a oposição ganhar a eleição o nome do dirigente, que tem contrato com o Verdão até o final do ano, nem é cogitado.

Se Paulo Nobre obtiver mais um mandato, Brunoro, colocado de escanteio e até já desautorizado publicamente pelo atual presidente, também deverá procurar novos ares.

No futebol o diretor-executivo não manda muito mais, desgastado pela perda de bons jogadores, entre os quais Barcos e Alan Kardec, e contratações equivocadas, e no marketing pouco fez.

É muito criticado por ter enchido o clube de estrangeiros, sendo que, dos quatro “hermanos” contratados, apenas Cristaldo tem se saído bem. Tobio, Allione e Mouche são considerados fracos inclusive por aliados de Nobre.

Fora os problemas no futebol, no marketing as coisas também não andam boas. A dificuldade para encontrar um patrocinador é gigantesca e a relação com a WTorre, responsável pela construção do estádio Allianz Parque, das piores.

Clube e construtora continuam disputando na corte arbitral a divisão de cadeiras da arena e o Palmeiras não quer eventos no local até que o imbróglio se resolva, o que deixa uma incógnita sobre a data em que o torcedor poderá começar a frequentar a sua nova arena para ver o time jogar.

Dias turbulentos pelo lado do Palestra. E no ano do centenário. Uma pena. Mesmo assim continuo achando que o time não cai. Inclusive porque há piores no Brasileirão, cujo nível técnico, aliás, Cruzeiro à parte, é de dar dó.



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