Maicon x Gilmar



Em Roma, o lateral Maicon, cortado da Seleção sem maiores explicações pelo coordenador Gilmar Rinaldi, tem sido incentivado a reagir e se manifestar publicamente.

A versão que corre na Itália é que o desligamento não teria sido apenas pelo atraso, mas que a relação entre o lateral e o coordenador não era boa há tempos. Eles teriam se desentendido anos atrás quando Gilmar, que era agente de jogador até a véspera de ser anunciado como coordenador de seleções, tentou e não conseguiu representar o atleta.

Dunga teria insistido em chamar Maicon para os dois amistosos nos Estados Unidos, mas quem bateu o martelo para ele sair do grupo foi Gilmar, que considera a questão “assunto interno” e tentou calar a imprensa, além de proibir os demais jogadores de comentarem o caso.

Seja como for, começou mal a nova era Dunga, apostando na lei do silêncio como receita para o Brasil voltar a ser grande. O caminho, certamente, não é esse. E seria bom que os demais atletas não se comportassem como cordeirinhos falando amém para tudo o que Rinaldi e Cia. apregoam por aí. Poder tem limite. E, se exercido sem respeito ao próximo, não chega a lugar nenhum. A CBF segue sendo tudo, menos transparente. Ainda mais agora.



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